
zee
Elastik-
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NF: Com bons amigos, com um fim de semana prolongado do melhor, e contente, feliz e realizado
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Calma. flashback a sair! Cena 2, Episodio 2 No live da latex, Dance floor, Clube Lua O ambiente estava bem psicadélico. Abundavam as luzes negras e o decór do Dance floor estava repleto de polvos e raias gigantes que contracenavam com as medusas que pairavam no ar. O som estava bombastiko com um alto PA que entoava UntzUntzUntzUntzUntzUntzUntzUntzUntz... "I WILL HURT YOU 4EVER" urubuurubuurubuurubuurubuurubuurubu... A malta está aos gritos e todos de braços no ar! de repente há uma falha no PA... To be continued... (quero saber como é q a malta arranja as imagens )
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(Vocês realmente são lindas e adoro vir aqui saber como estão ) Now feeling, muito bem... Bom descanso a todos
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O Mito Dos Contos Encantados
zee replied to gypsia's topic in ACTUALIDADE, TRIVIALIDADES, DIVERSÃO & AFINS
Gostava de ler mais... Felicidades no teu conto mitico encantado -
naturais»»»»fungos
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Nf: "good night and good luck"
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A minha Tina Brown Grande Beijo minha linda, tudo de bom para ti que mereces. Feliz Aniversário
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(gosto muito da ideia ) A conversa continua na "bicha" da fnac DON mad QUICHOTTE : "Onde é q nos vamos orientar? Tava numa de mandar um crystal!" PANTOMINAS: "Acho que não, ando mais noutra desde que tive no temezzcalito, agora só mando cenas natura!" "O Deutch vai orientar a malta, tou mais numa de cuggiies ilusionistas..."
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Também senti o mesmo A boa disposição está mais propensa Now feeling Good
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Nf: um pouquinho esquisito... quando não durmo muito bem fico estranho... e o fim de semana deixou-me a desejar algo mais (e nao era ferrero..). Boa semana a todos. -_-
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Tb queria...sexta é mesmo daqueles dias que chego a casa, janto e só penso em dormir... -_-
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Thx, ta muito porreiro a cena!
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O ACOSSADO (À bout de souffle) - 1960 Jean-Luc Godard, a par de outros cineastas franceses da época, como François Truffaut (colaborador no argumento deste filme) ou Jacques Rivette, foi um dos fundadores de um dos mais marcantes e arrojados movimentos cinematográficos de sempre, a Nouvelle Vague. E À bout de souffle, juntamente com Les quatre cents coups, é tido como o manifesto de todo o movimento, tal como Roma, Cidade Aberta teria sido para o neo-realismo italiano. De certa forma, pode dizer-se que estes foram os filmes fundadores da tão famosa nova vaga. Com acesso ilimitado a centenas de filmes através da cinemateca francesa, dirigida por Andre Bazin, este grupo de cineastas foi também responsável pela fundação da revista Cahiers du Cinema, onde dissertavam exaustivamente sobre os filmes que viam. Era uma crítica apaixonada e dos seus textos terão nascido as bases para a criação do movimento. E À bout de souffle é um exemplo perfeito de tudo aquilo que a nova vaga significava. E acima de tudo, significava um conhecimento profundo de todo o cinema que havia sido feito até então, desde os tempos do cinema mudo até aos grandes clássicos americanos ou aos mais recentes movimentos europeus, sendo o neo-realismo italiano o mais influente, por se tratar de um cinema de poucos meios, filmado nas ruas, com actores não-profissionais, que lhe conferiam o tal realismo tão procurado. E aqui temos uma personagem central, Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo), um fora da lei em fuga das autoridades francesas, que se modela em Humphrey Bogart. Desejoso de escapar para Roma, apenas se quer certificar de que Patricia Franchini, uma americana com quem partilha uma relação muito peculiar, o acompanha na viagem. Assim, temos aparentemente todos os elementos no lugar para um film noir: um assassínio, uma fuga, uma investigação policial e... uma mulher misteriosa (e loira, tal como a maioria das mulheres fatais de Hitchcock, uma das maiores inspirações e fontes de reverência destes cineastas franceses). No entanto, todos estes elementos clássicos são descontruídos através de uma clara vontade de quebrar as regras narrativas básicas do cinema. E tal não passa apenas por misturar todo um vasto conjunto de influências e escolas cinematográficas na criação do filme, mas também por uma vontade evidente de pensar sobre o próprio cinema enquanto se faz cinema. A mobilidade da câmara atinge aqui o seu auge, tal como toda a lógica de montagem é completamente modificada, e conceitos como o raccord são desafiados, bem como a própria continuidade dentro dos planos (a introdução do agora conhecido jump cut, onde num plano há um corte brusco na imagem de forma a retirar-lhe informação desinteressante). Tudo isto é posto em causa e baralhado por Godard nesta película ímpar e inspiradora de tantos e tão diferentes cineastas que se lhe seguiram (é possível ver influências do seu cinema em obras de cineastas tão distintos como Martin Scorsese - Who's That Knocking at my Door é quase que um herdeiro directo da Nouvelle Vague-, Quentin Tarantino ou Wes Anderson).
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Nf: Dormido, descansado, bem.
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Tb quero... Nf: Friday
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amigos»»»huckleberry finne e tom sawyer
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do melhor»»»»sempre
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Quero Participar
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É sem dúvida muito bom poder ter acesso a comidinha muito pura e caseira, mas hoje em dia cada vez ha mais gente e isso inevitavelmente é um problema q resulta numa "solução"(?) violenta. A industrialização e consequentes maltratos animais, a total desumanização... A pergunta é o que fazer? talvez sentir que a "revolução" começa no individuo.
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Eu sei que pode não contar, mas a minha preferida este ano foi o Festival do Ivante na sua cagagésima edição Foi mesmo bom!
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pita shoarma~»»»»India
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Que cena... Vi no doc lisboa um filme que abordava a industrialização de produção alimentar, chama-se Our Daily Bread. Triste... -_-
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“...Sendo uma verdade que "o tempo não traz de volta o que o tempo leva", por vezes é bom ir renovar o passado. Percorrer locais que em tempos habitámos e que a hora tardia esvaziou da gente e dos sons que o habitam. Entrar neles lentamente, quase em reverência. Pisar o chão devagarinho, para não acordar o presente. Sorrir ao vazio em conforto melancólico. E apesar de tudo o que o tempo ali mudou, saber ainda refazer cada passo, reconhecer a pedra torta, a árvore que falta, saber ainda das alegrias, do lugar dos medos, escutar as gargalhadas, os passos, o roçar das malas e dos casacos como se naquele momento connosco se cruzassem. Invisíveis observadores, como sempre o presente o é no passado, buscamos neste tipo de viagens temporais não os lugares, mas a nós mesmos. Revisitamos quem fomos, relembramos um certo tipo de inocência, de optimismo e de limpidez no olhar e no final sorrimos a quem fomos com a melancolia, a maturidade e a sabedoria do presente...” Anónimo
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Nf: As quartas feiras para mim são sempre de uma enorme vontade de desertar
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LUZ»»»»velocidade